
Tour privado de 1 dias · Morocco
Tour fotográfico em Marrocos de 10 dias: de Marraquexe a Chefchaouen
Um tour fotográfico privado de 10 dias em Marrocos construído em torno da luz e não do relógio: Marraquexe à hora azul, Ait Ben Haddou ao pôr do sol, duas madrugadas nas dunas de Erg Chebbi, os curtumes de Fez vistos das esplanadas e Chefchaouen antes de acordar.
Sobre este tour
· Morocco
Este tour fotográfico privado de 10 dias em Marrocos é planeado em função da luz e não dos horários de abertura. Estará na kasbah quando as paredes ficam cor de cobre, nas dunas antes de o sol romper e nas ruas azuis de Chefchaouen uma hora antes de chegar o primeiro grupo. O percurso é só de ida, de Marraquexe ao Rife, por isso nenhum dia se perde a refazer estrada já fotografada.
Foi feito para quem viaja com máquina e quer tempo para a usar: um motorista-guia que sabe onde cai a luz e espera enquanto trabalha, madrugadas escritas no itinerário em vez de acrescentadas à pressa, e guias oficiais licenciados em Marraquexe e Fez capazes de chegar às esplanadas e às oficinas que interessam.
Destaques do tour
O melhor da viagem
Galeria de fotos
Tour fotográfico em Marrocos de 10 dias: de Marraquexe a Chefchaouen
Itinerário
Dia a dia, 10 dias
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Iti1
Dia 1: Chegada a Marraquexe e hora azul em Jemaa el-Fna
O seu motorista recebe-o no aeroporto de Marraquexe e leva-o ao riad dentro da medina. Tempo para se instalar e depois subimos a uma esplanada sobre Jemaa el-Fna para os vinte minutos a seguir ao pôr do sol em que as bancas de comida se acendem e o céu ainda guarda cor.
A primeira manhã é propositadamente calma, para não gastar uma madrugada no fuso horário.
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Iti2
Dia 2: Marraquexe, medina ao amanhecer, palácios e Majorelle
Saímos antes das seis para os souks ainda fechados e vazios. As ruelas estão em silêncio, a luz é suave e rasante, e as poucas pessoas que andam por ali são padeiros e carregadores, não compradores.
Depois do pequeno-almoço um guia oficial de Marraquexe leva-o ao Palácio da Bahia, à madraça Ben Youssef e aos Túmulos Saadianos: ele sabe que pátio apanha o sol a que hora. Ao fim da tarde o Jardim Majorelle, e uma segunda noite na praça se a primeira ficou encoberta.
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Iti3
Dia 3: De Marraquexe a Ait Ben Haddou pelo Tizi n'Tichka
Atravessamos o Alto Atlas pelo desfiladeiro de Tizi n'Tichka, parando onde as curvas se abrem e nalguma aldeia berbere na descida.
Chegamos a Ait Ben Haddou à tarde para poder percorrer a kasbah enquanto ainda está sossegada e depois fotografá-la do outro lado do leito do rio, quando o adobe passa do ocre ao laranja profundo. Dorme em frente a ela.
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Iti4
Dia 4: Amanhecer em Ait Ben Haddou, Skoura e o Vale do Dades
De novo lá fora com a primeira luz. O sol cedo bate na kasbah pelo lado oposto ao de ontem e a essa hora costuma tê-la inteira para si.
Depois Ouarzazate e os estúdios de cinema, o palmeiral de Skoura com as velhas kasbahs de terra meio engolidas pelas palmeiras, e o Vale das Rosas. Terminamos no Vale do Dades, onde a estrada sobe em curvas apertadas que se fotografam melhor de cima na última hora de luz.
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Iti5
Dia 5: Gargantas do Todra e saída para as dunas de Erg Chebbi
Manhã nas gargantas do Todra, calculada para quando o sol desce o suficiente para iluminar o fundo do desfiladeiro e não só o topo.
Seguimos para sul pelo Tafilalet até Merzouga, encontramos os camelos à tarde e saímos para Erg Chebbi ao pôr do sol. Noite em acampamento entre as dunas: aqui o céu está limpo quase todo o ano e a Via Láctea vê-se a olho nu.
A tarde é do deserto. Os camelos esperam junto às dunas e a subida ao acampamento é calculada para que o sol se ponha já convosco na areia.
Janta-se no acampamento, depois saem os tambores, e as estrelas sobre o Erg Chebbi são o que quase toda a gente recorda desta noite.
As tendas têm camas a sério e tapetes, não esteiras, e os acampamentos maiores têm casa de banho privativa.
O nascer do sol sobre as dunas é cedo mas ninguém se arrepende: a luz chega antes do calor e a areia ainda está fria.
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Iti6
Dia 6: Erg Chebbi, amanhecer, nómadas e Khamlia
Amanhecer a partir da duna alta atrás do acampamento. Depois um dia de 4x4 no deserto: famílias nómadas que ainda vivem aqui, a planície vulcânica negra, o lago seco e a aldeia de Khamlia, onde as famílias gnaua tocam uma música que vem do Mali subsariano.
Segunda noite junto às dunas, o que significa um segundo amanhecer amanhã se o de hoje saiu sem graça.
Um dia inteiro no Sara: as famílias nómadas que ainda vivem nas tendas negras à volta do erg, as antigas galerias de Mascara onde se extraía o kohl, e a aldeia de Khamlia com os seus músicos gnawa, cuja história cantada chegou com as caravanas do Mali.
Uma saída de 4x4 pela hamada para lá das dunas chega a terreno onde um carro normal não vai, incluindo o leito seco que alaga numa primavera de chuva.
O pôr do sol vê-se de uma duna alta, e a areia passa do dourado ao laranja e por fim a um vermelho profundo.
As galerias de Mascara são antigas escavações à mão onde se extraía o kohl, e os túneis entram na rocha mais do que se espera.
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Iti7
Dia 7: Para norte pelo Vale do Ziz até Fez
A transferência longa para norte, bem partida. O Vale do Ziz visto do miradouro que o domina é uma das grandes paisagens marroquinas, um rio de palmeiras num desfiladeiro nu, e paramos no alto para o ver.
Passamos por Midelt, a floresta de cedros de Azrou onde estão os macacos de Barbária, e entramos em Fez ao anoitecer.
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Iti8
Dia 8: Fez, curtumes, medina e o souk dos tintureiros
Um dia inteiro na medina mais antiga do mundo com um guia licenciado de Fez. Os curtumes de Chouara a partir das esplanadas das lojas de pele a meio da manhã, quando o sol finalmente alcança os poços e as tinas passam da sombra à cor.
Depois o souk dos tintureiros, os caldeireiros, Bab Boujloud, a madraça Attarine e a vista sobre toda a medina a partir dos túmulos merínidas ao pôr do sol.
Um guia local que vive na cidade acompanha-vos a pé, a única forma de perceber a medina.
Em Fez isso significa Fes el-Bali, a medina amuralhada fundada no século IX, os curtumes de Chouara vistos dos terraços, a mesquita e universidade de Al-Qarawiyyin e as oficinas de mosaico e latão ainda a trabalhar nas ruelas.
Nas oficinas de mosaico cada peça de zellij ainda é cortada à mão com cinzel, a única forma de encaixarem sem junta.
A Al-Qarawiyyin foi fundada em 859 por Fatima al-Fihri e é reconhecida como a universidade em funcionamento contínuo mais antiga do mundo.
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Iti9
Dia 9: Volubilis e subida ao Rife até Chefchaouen
Paramos em Volubilis, a cidade romana na planície, onde as colunas de pé e os mosaicos se fotografam bem com luz da manhã e o sítio costuma estar quase vazio.
Entramos no Rife e subimos a Chefchaouen, chegando a tempo do fim da tarde, quando as paredes azuis aquecem e os estendais e os gatos ganham protagonismo.
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Iti10
Dia 10: Chefchaouen de madrugada e continuação
A razão pela qual dormimos aqui. Saímos ao nascer do sol para as escadarias azuis sem ninguém: Chefchaouen entre as seis e as oito é uma vila completamente diferente da das onze. Subimos ao miradouro da Mesquita Espanhola para ver a vila contra a montanha.
Depois do pequeno-almoço o seu motorista leva-o a Tânger ou a Fez para o voo, ou para onde precisar.
O que o preço inclui
Tudo o que está coberto
O preço inclui
- ✓ Veículo privado com ar condicionado e motorista-guia durante os 10 dias
- ✓ Recolha e entrega porta a porta
- ✓ 9 noites de alojamento: riads nas medinas, uma kasbah em frente a Ait Ben Haddou e um acampamento no Sara
- ✓ Pequeno-almoço diário e jantar onde ficar fora das cidades
- ✓ Guias oficiais licenciados em Marraquexe e Fez
- ✓ Passeio de camelo até Erg Chebbi ao pôr do sol
- ✓ Um dia inteiro de 4x4 no deserto à volta de Merzouga
- ✓ Saídas ao amanhecer escritas no itinerário, não cobradas à parte
- ✓ Combustível, portagens e estacionamento
- ✓ Um percurso planeado em função da luz de cada lugar
O preço não inclui
- ✗ Voos internacionais e transferências não indicadas no itinerário
- ✗ Almoços, bebidas e água engarrafada
- ✗ Entradas em monumentos e museus
- ✗ Gratificações para o motorista-guia e os guias locais
Se este itinerário não for bem o que você tinha em mente, conte-nos suas ideias e o reconstruímos sob medida.
Mapa do tour
Morocco
Por que reservar este tour
Por que vale a pena
A maioria dos itinerários em Marrocos chega aos lugares famosos a meio do dia, que é a pior hora possível para todos eles. Ait Ben Haddou fica plana ao meio-dia. Os curtumes de Fez são um poço na sombra até o sol chegar às tinas. As dunas não têm forma nenhuma entre as dez e as quatro. Este percurso desloca-o para que esteja no sítio certo à hora certa.
Dez dias é o que o conjunto completo pede sem correr: duas noites em Marraquexe, uma junto a Ait Ben Haddou, duas no Sara para que uma madrugada nublada não estrague tudo, duas em Fez e duas em Chefchaouen. Cada trajeto longo é quebrado com algo que merece paragem.
Antes de viajar
Notas práticas
- O preço é por pessoa e desce à medida que o grupo cresce. Diga-nos quantos são e enviamos um orçamento exato.
- É um percurso de ida. Termina em Chefchaouen, com transferência para Tânger ou Fez para o seu voo no último dia.
- As madrugadas são o sentido deste tour. Quase todas as manhãs sairá antes do nascer do sol, o que implica deitar-se mais cedo do que numas férias normais.
- Não há partidas fixas em grupo. As datas são suas e o ritmo pode mudar no próprio dia se o tempo nos der melhor luz noutro sítio.
- Não é preciso ser profissional. Metade de quem reserva esta viagem vai com o telemóvel e bom olho, e o percurso funciona igualmente bem para eles.
Perguntas frequentes
Perguntas sobre este tour
Preciso de equipamento fotográfico profissional?
Não. O percurso é construído para estar em bons sítios a boas horas, o que ajuda qualquer máquina, incluindo a do telemóvel. Traga aquilo com que costuma fotografar.
Há mesmo tempo para montar e fotografar ou é uma viagem de passagem?
Há tempo, e é essa a diferença para um itinerário normal. O seu motorista-guia parte do princípio de que vai querer vinte minutos num miradouro e não três, e os dias estão construídos com essa folga.
Posso fotografar pessoas nas medinas?
Com cuidado e normalmente perguntando primeiro. Os seus guias de Marraquexe e Fez ajudam nisto: conhecem os comerciantes e os artesãos, e uma apresentação transforma uma recusa num retrato. Nunca fotografe quem lhe disse que não, e conte dar umas moedas aos aguadeiros e artistas de Jemaa el-Fna, que vivem disso.
E se o amanhecer estiver nublado?
É por isso que há duas noites em Erg Chebbi e duas em Chefchaouen. O tempo custa-lhe uma manhã, não a fotografia.
Qual é a melhor altura do ano para este percurso?
De março a maio e de setembro a novembro dão a luz mais suave e as temperaturas mais confortáveis. O inverno é excelente pelo sol baixo e pelos céus dramáticos, mas as noites são frias no deserto e no Atlas. Julho e agosto são muito quentes no sul e orientá-lo-íamos para outro percurso.
O itinerário pode ser alterado?
Sim. Todas as nossas viagens são privadas e escritas para quem as faz. Se quiser três noites em Fez, acrescentar Essaouira ou saltar Volubilis, diga-nos e reconstruímos o percurso.
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